ARRASTE PARA NAVEGAR

Faça o Teste

A qualquer sinal ou suspeita de contágio pela bactéria Treponema pallidum, que causa a sífilis, a primeira providência a ser tomada é ir à unidade de saúde mais próxima e solicitar atendimento de um profissional

Toda pessoa sexualmente ativa deve fazer o teste regularmente, pelo menos uma vez por ano, independente de apresentar ou não sintomas. É uma forma de garantir a própria segurança e a das parcerias sexuais - incentive-as a fazerem também.

Os próximos passos serão:

Realização de um teste rápido de sífilis, com uma pequena amostra de sangue colhida do dedo. O resultado sai em, no máximo, 30 minutos.

Se o resultado der positivo, outra amostra de sangue será coletada para conclusão do diagnóstico, por meio de teste laboratorial.

Os testes para diagnóstico e o medicamento para tratamento estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).

TESTE, TRATE E CURE.

Usar preservativo, fazer o teste e o tratamento são importantes formas de prevenção combinada da sífilis.

A camisinha, existente em versão masculina e feminina, é uma das formas de proteção contra a sífilis.

O uso correto e regular da camisinha no dia a dia é uma medida de segurança importante. No ato sexual, lembre-se de colocá-la antes do sexo oral ou penetração.

Gestantes e parcerias sexuais devem fazer o acompanhamento durante o pré-natal para o controle da sífilis, devido ao risco de transmissão para o feto e ocorrência da sífilis congênita.

É importante: parcerias sexuais de gestantes devem fazer o teste rápido de sífilis, disponível no SUS. O resultado sai em até 30 min.

Iniciar o tratamento

O tratamento de pessoas com sífilis é garantido nas unidades básicas do Sistema Único de Saúde (SUS) no momento em que se detectam os casos.

A penicilina benzatina, medicamento de escolha para o tratamento da sífilis, é um antibiótico que atua contra a bactéria Treponema pallidum. Esta opção é segura e eficaz para tratamento adequado das gestantes, como forma de prevenção da sífilis congênita.

A dose varia de acordo com o estágio clínico da doença (primária, secundária, latente recente ou tardia, terciária ou de duração ignorada).

Gestantes e parcerias sexuais que fazem o tratamento durante o pré-natal reduzem as chances de transmissão para a criança. No caso das gestantes, recomenda-se tratamento imediato após o primeiro teste reagente de sífilis.

IMPORTANTE: Pessoas que já fizeram o tratamento para sífilis estão passíveis de contrair a infecção novamente ao ter relações sexuais desprotegidas com pessoas infectadas, pois o tratamento não oferece imunidade. Por isso, é importante fazer o teste de sífilis regularmente.

Quando tratada da forma correta, a sífilis tem cura.

Lembrete às Gestantes e Parcerias Sexuais.

Pais que aguardam a chegada de um bebê precisam estar muito atentos aos riscos de transmissão da sífilis durante a gestação. Assista ao vídeo e saiba como evitar esse problema, que pode comprometer gravemente o futuro de(a) seu(sua) filho(a).

Lembrete aos Jovens.

Jovem, nessa fase intensa da vida, algumas das nossas escolhas nos acompanham para sempre. Assista ao vídeo e veja nossas dicas para que seu futuro seja saudável e livre da sífilis.

Lembrete aos Profissionais de Saúde.

Conversar sobre saúde sexual e prevenção da sífilis, saber executar o teste rápido, solicitar outros testes de sífilis, interpretar resultados dos exames, notificar, tratar e acompanhar pessoas detectadas são formas de contribuir para o controle da infecção.

Assista ao vídeo e veja algumas dicas sobre a melhor maneira de proceder em diversas situações.

Sífilis Não

Campanha

A informação e a comunicação são maneiras de promover a saúde e evitar doenças. É por isso que a Campanha Sífilis Não traz da forma mais completa e dinâmica possível o que todos(as) devem saber sobre prevenção da infecção, diagnóstico e tratamento.

Projeto

O Projeto de Resposta Rápida à Sífilis é uma iniciativa do Ministério da Saúde, viabilizado pela UFRN e executado pela FUNPEC. Prevê o desenvolvimento de pesquisas acadêmicas e médicas, uma série de ações educativas e ampla comunicação sobre as formas de combate e tratamento da infecção.

Objetivos

A epidemia de sífilis no Brasil é motivo de muita preocupação para a saúde pública do país. Por isso, a prevenção é de fundamental importância para redução do número de casos de sífilis adquirida (na população geral) e sífilis em gestantes, bem como a eliminação da sífilis congênita.

A sífilis é fácil de ser prevenida e pode ser tratada de forma gratuita.

Essa mensagem precisa ser disseminada por todo Brasil.

Quais os sinais e sintomas?

Os sinais e sintomas evoluem de acordo com cada estágio clínico da sífilis, na ausência de tratamento. Fique atento ao aparecimento das manifestações clínicas e procure a unidade de saúde, caso perceba algumas delas.

Sífilis

Primária

Ferida, geralmente única, no local de entrada da bactéria (pênis, vagina, vulva, colo uterino, ânus, boca ou outros locais da pele), que aparece entre 10 e 90 dias após o contágio. Essa lesão é rica em bactérias.

Normalmente não dói, não coça, não arde e não tem pus, podendo estar acompanhada de ínguas (caroços) na virilha.

Sífilis

Secundária

Aparecem manchas no corpo, muitas vezes, na palma da mão ou planta dos pés, que podem ser confundidas com sintomas de alergia ou doenças semelhantes. Surgem no período entre 6 semanas e 6 meses após o aparecimento da lesão inicial da sífilis primária e desaparecem espontaneamente, mesmo com a bactéria ainda presente no organismo.

Sífilis

Terciária

Caracterizada principalmente por complicações ósseas, cardiovasculares, neurológicas e cutâneas.

Surge de 2 a 40 anos após o início da infecção, e pode levar à morte.

Sífilis

Latente

Não aparecem sinais ou sintomas, e sua detecção ocorre apenas por meio de testes imunológicos.

É dividida em:

- Sífilis latente recente - menos de dois anos de infecção.

- Sífilis latente tardia - mais de dois anos de infecção.

Sífilis

Congênita

Quando gestantes não são tratadas de forma adequada, a infecção pode causar aborto, parto prematuro, morte após o nascimento, malformação do feto, dificuldade respiratória, entre outras consequências da sífilis côngenita.